Defesa @ Net
Ano V-edição  17

 
 


  
 
Para  Observar
 
As declarações do Presidente Luiz Inácio em Ciudad Guayana não foram um Guarda-Roupa Errado?
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               01 Abril Sexta-Feira  2005

Opções Para o F-X Artigo de Cosme Degenar
 
O diretor de redação da revista Tecnologia & Defesa detalha as opções e as possibilidades de cada concorrente dentro do Programa F-X. A Força Aérea Brasileira poderá alugar ou comprar  caças usados ou novos  para substituir os Mirage IIIE ou adotar uma alternativa caseira.
http://www.defesanet.com.br/fx/tdfxopcoes

 
Programa F-X Redivivo(?)

A primeira expectativa ao receber a carta do Brigadeiro Azevedo, da COPAC, comunicando o fim das fases de Seleção no âmbito do Comando da Aeronáutica do Programa F-X, levaria às empresas participantes de encerrarem ou desativarem parte das operações vinculadas ao programa no Brasil. Passados  30 dias a situação é outra. As empresas não somente permanecem no Brasil como mamtem-se observadoras dos movimentos da FAB e dos concorrentes.
 
Mudança na IMBEL - 1
 
O Comando do Exército realizou mudança na presidência da IMBEL. Na semana passada o General de Divisão R-1 Eng Mil José Carlos Albano do Amarante saiu da presidência da Imbel assumindo função no Ministério da Defesa. Tendo como incumbência o processo de liderar a reestruturação e recuperação da IMBEL(Industria de Material Bélico), o General Amarante estava procurando alternativas para a IMBEL. Sua estratégia passava por acordos com empresas estrangeiras, que possibilitassem a rápida absorção de tecnologia e parcerias de produção. Será substituído pelo General Cássio Cunha.  
 
Mudança na IMBEL - 2
 
Defesanet consultou, na quinta-feira (31Março05),  o Centro de Comunicação Social do Exército sobre os motivos da mudança e também o futuro dos acordos e Memorando de Entendimento(MoU), já assinados. O CCOMSEX informou, que devido a importância e implicações, solicitava alguns dias para dar uma resposta.
 
 Mudança na IMBEL - 3

O General de Divisão R-1 Eng Mil José Carlos Albano do Amarante participou de todos os principais programas de equipamentos do Exército Brasileiro nas duas últimas décadas.Entre os principais postos e funções:
1- Gerente do Projeto de Implantação da Nova Família de Blindados do Exército Brasileiro;
2- G
erente Militar do Projeto do Sistema de Armas Múltiplo de Foguetes ASTROS II, realizado pela AVIBRÁS;
3- Gerente do Projeto MSS 1.2 — Sistema de Mísseis Solo-Solo Anticarro, no Centro Tecnológico do Exército;
4- Comandou o Instituto Militar de Engenharia(IME);
5- Foi Assessor Especial do Ministro da Defesa para C&T e Secretário-Executivo, no MD, para Reestruturação da IMBEL, e
6- Presidente da IMBEL

Publicou interessante artigo na revista Military Review:O Alvorecer do Século XXI e a Ciência e Tecnologia nas Forças Armadas. Artigo pode ser acessado no link abaixo pdf 1,5MB
http://www.defesanet.com.br/review/albano.pdf

 
A Situação Espacial Brasil - Ucrânia  - 1
 
 Foi marcada para a próxima quarta-feira, dia 6 de abril, às 10h, a audiência pública proposta pelo deputado federal André Costa (PT/RJ) que vai debater a situação e os rumos da cooperação Brasil/Ucrânia na área espacial.
Integrante da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, André Costa solicitou a audiência pública devido ao atraso brasileiro no cumprimento de diversos pontos do acordo de cooperação, que consiste - entre outros temas -no repasse de tecnologia no campo aeroespacial para o Brasil. O governo ucraniano tem demonstrado preocupação com a lentidão brasileira.
 
A Situação Espacial Brasil - Ucrânia  - 2
 
A questão espacial Brasil-Ucrânia está numa encruzilhada, com os principais pontos sendo os seguintes:
1º) Falta de recursos, em ambos os parceiros;
2º) A Ucrânia entrou no programa com a expectativa de que os norte-americanos firmassem um acordo de salvaguardas tecnológicas com o Brasil, o que tornaria politicamente viável a exploração comercial do Centro, mas até agora nada foi assinado (um novo acordo está sendo discutido e provavelmente vai ser firmado no futuro);
3º) A possibilidade de que a Boeing coloque o foguete Delta IV, novamente em operação comercial, que conta, com fortíssimo apoio estatal (como todos).
 
Nessas condições, com apoio dos governos, sejam os europeus, japoneses, russos, etc. O Brasil está disposto, e principalmente, tem condições de brigar por mercado? O que podemos oferecer?
 
Prioridades Espaciais Brasileiras
 
O acordo com a Ucrânia, ao lado do CBERS e do programa VLS são as prioridades do Programa Espacial Brasileiro. Recursos estão sendo liberados e investimentos já foram feitos na infra-estrutura geral do CLA (não beneficiariam apenas o Cyclone, mas também os foguetes de sondagem e VLS). As obras mais pesadas (plataforma, instalações de montagem, etc), não começaram a ser feitas. Os empecilhos parecem ser burocráticos, com motivações desconhecidas (políticas?), já que até agora, após anos da assinatura do acordo, não foi anunciado o estatuto do joint-venture Alcantara Cyclone Space.
 
 


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Editor Nelson F During - nelson_during@defesanet.com.br  
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