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C212-400 em Operação pela Venezuela
Foto: EADS-CASA




C-212-300 em operação pela Argentina
Foto: EADS-CASA

Envío de prototipo del vehículo 4x4 a Brasil
Ejército Argentino
30 Junho 2005
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Apresentado o Protótipo
da Viatura Leve Aerotransportável - Gaúcho

Exército Brasileiro 27 Mar 06
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‘Integração bélica ainda é uma
proposta embrionária’

OESP 20 Jan 06
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Integração bélica, aeroespacial e naval é prioridade para Brasil, Argentina e Venezuela, diz Amorim
ABR 19 Jan 05
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Lula sugere fábrica militar no Mercosul
Estado de Minas 20 Jan 06
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Brasil - Brazil

Defesanet 11 Maio 2006
OESP 11 Maio 2006

Montagem de avião baixaria
custo da FAB, afirma Ozires

Ex-ministro acha que opção é razoável, dada a falta de orçamento,
mas não contribui para estratégia nacional

Mariana Barbosa

O projeto da Força Aérea Brasileira (FAB) de instalar linha de montagem no Campo de Marte, em São Paulo, para fabricar cerca de 100 aviões e substituir sua frota de Bandeirantes, como revelou ontem o Estado, pode baratear em até 30% os custos de cada um. A estimativa é do ex-ministro Ozires Silva. "Esse é mais ou menos o custo da mão-de-obra", diz. "Entendo a opção da FAB. Ela precisa dos aviões, mas o orçamento é curto. Então, tem de usar os recursos que têm disponíveis."

A FAB está estudando licenciar o turboélice espanhol Casa C-212-400, do grupo europeu EADS Casa, cujo preço básico é de US$ 8 milhões. Partes maiores seriam importadas da Espanha e o avião seria montado pelo próprio pessoal da FAB. Peças menores poderiam ser fabricadas no Brasil ou em outros países da América do Sul.

"O avião acabaria custando o mesmo ou até mais. Mas o desembolso a ser feito pela FAB é menor", explicou Ozires. "Além disso, cria-se uma atividade adicional que pode entusiasmar os membros da Força."

Mas ele avalia que o projeto em nada contribui em termos de estratégia nacional. "Se a FAB tivesse pensado assim sempre, a Embraer não teria nascido." O ideal, diz, seria encomendar de uma empresa nacional a modernização do Bandeirante - que pertence à FAB e deixou de ser fabricado pela Embraer em 1990. "Seria melhor para os empregos, para a economia, mas sairia mais ou menos o mesmo preço que o Casa - e, portanto, mais caro para a FAB."

A estratégia da Aeronáutica de licenciar um equipamento estrangeiro não é nova. Nas décadas de 40 e 50, a FAB fez isso com o Fairchild, o North American T-6 e o Fokker, lembra Ozires.

Defesa @ Net

Venezuela y Brasil construirán aviones de transporte militar -
El Nacional -
21 Janeiro 2006
http://www.defesanet.com.br/brasil/statement_abv_mil_3.htm

FAB quer fabricar sucessor do Bandeirante - Modelo mais cotado para substituir o turboélice é o espanhol Casa, que seria montado no Campo de Marte - 10 Maio 2006
http://www.defesanet.com.br/brasil/statement_abv_mil_4.htm

Governo Lula estuda acordo com a Venezuela para nova fábrica de aviões militares em SP - Vale Paraibano 11 Maio 2006
http://www.defesanet.com.br/brasil/statement_abv_mil_5.htm

Ozires - Proposta pode ser interessante - OESP - 11 Maio 2006
http://www.defesanet.com.br/brasil/statement_abv_mil_6.htm



Desenho do EADS CASA C212-400
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