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"Amor" entre Brasil e China está perto do fim,
diz "The Economist"
Defesanet 05 Ago 05
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Brasil - Brazil
Defesanet 21 Março 2006
EFE 20 Março 2006

 

Alencar não discutirá questão do ferro
com profundidade na China



Xangai, 20 mar (EFE).- As negociações sobre os preços mundiais do ferro, em que o Brasil e a China mantêm posições contrárias, não serão tratadas a fundo, por enquanto, durante a visita do vice-presidente José Alencar ao país asiático, segundo fontes de sua delegação em Xangai.

"Não é a Vice-Presidência, mas sim a Chancelaria", quem deverá tomar em algum momento uma "iniciativa prática" sobre a reação do Brasil diante da medida chinesa de frear suas importações de ferro, afirmou uma fonte do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No dia 15 de março, a China garantiu que neste ano não aceitaria a alta de preços do ferro, negociada pelos grandes produtores mundiais, entre eles gigantes siderúrgicos como a Companhia Vale do Rio Doce, maior produtora do planeta, e a chinesa Baosteel, maior siderúrgica do principal país produtor e importador de aço mundial.

Em 2005, os preços subiram até 70%, em parte devido ao aumento da demanda mundial, graças ao consumo do gigante chinês.

O Brasil ameaçou recorrer à Organização Mundial do Comércio e a China teve de suavizar sua postura e esclarecer que não deixará de ser o mercado que continuará decidindo os preços.

As visitas oficiais "sempre acabam tendo algum efeito geral, porque melhoram as relações, mas esse assunto (do ferro) ainda não vai ser tratado pelos vice-presidentes de maneira específica e séria", declarou Nelson José Hubner Moreira, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia.

Alencar iniciou sua visita hoje em Xangai com um tour pela empresa Shanghai Zhiyi, de mobiliário e decoração.

"O Brasil tem muitas sinergias com a China, e suas economias são muito complementares", afirmou Alencar.

O vice-presidente se reuniu depois com o diretor da Comissão Econômica de Xangai, Le Jin Peng, e com o prefeito de Xangai, Han Zheng.

Amanhã, Alencar se reunirá com vários empresários chineses e brasileiros, e na quinta-feira presidirá, junto com a vice-premier chinesa, Wu Yi, uma comissão bilateral de alto nível para impulsionar a "aliança estratégica" entre os dois países.

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Falta defender o interesse nacional - RUBENS BARBOSA
http://www.defesanet.com.br/brasil/brasil_china.htm

Governo exige compra de mais aviões da Embraer - País aumenta pressão para que China cumpra acordo
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