Publicado
11 h 30min
 

 

 


 

2010
x

x

x

x

 


Pesquisa na
Base de Dados
 
 

Dos Direitos

Nelson During
Editor-chefe
DefesaNet

 
   
 

O Livro Direito à Memória
e à Verdade pode ser
baixado diretamente do site
da Presidência da República
- 8,3 MB pdf

 

Matérias Relacionadas

   
 
  A verdade Sufocada
 
GUERRILHA NA AMAZÔNIA:
UMA EXPERIÊNCIA NO PASSADO,
O PRESENTE E O FUTURO

1- Passado
Link
2- Anos 1970
(Araguaia)
3- Anos 90
(Rio Traíra)

Adendo Análise pelo
US Army

A IMPORTÂNCIA
DO PENSAMENTO ESTRATÉGICO
BRASILEIRO
   
 

Projeto ORVIL

  Link para Download do Relatório ORVIL
A história das ações de guerrilhas urbana e rural registrada pelo Serviço de Inteligência do Exército
Link 36 MB pdf
Download do site
A verdade Sufocada
   
DECRETO No- 7.037,
DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009

Pub 22 Dez 2009

 

DefesaNet 28 Fevereiro 2010
OESP 28 fevereiro 2010

Eleições 2010


Forças Armadas podem ter mais arquivos
Episódio coroa uma série de atritos entre civis e militares no governo.

DefesaNet

Aeronáutica entrega arquivo secreto dado como destruído
http://www.defesanet.com.br/br/2010_17.htm

Brasil fez caçada a Che entre 1966 e 1967
http://www.defesanet.com.br/br/2010_18.htm

Forças Armadas podem ter mais arquivos

http://www.defesanet.com.br/br/2010_19.htm

Bolívia repassou informações antiguerrilha

http://www.defesanet.com.br/br/2010_20.htm

Fidel teria cobrado ações em SP e no Rio
http://www.defesanet.com.br/br/2010_21.htm

A entrega dos documentos que a Aeronáutica dizia não existir é o mais novo capítulo do embate entre civis e militares no governo e indica que as Forças Armadas podem ter mais arquivos secretos. A evidência de que a FAB descumpriu ordem dada pela Casa Civil e de que documentos foram omitidos do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e do vice-presidente José Alencar, que chefiou a pasta, deve gerar novos embates entre ministros. Desta vez, no entanto, até a ala do governo que mais critica os militares se surpreendeu.

O episódio surge depois da crise em torno do lançamento do Plano Nacional de Direitos Humanos e da demissão, no início do mês, do chefe do Departamento Geral de Pessoal do Exército, Maynard Marques da Santa Rosa. Ele criticou a criação da Comissão da Verdade - cuja meta inicial era identificar e punir torturadores do período do regime militar.

A busca pelos arquivos secretos da ditadura começou de forma silenciosa, em 2005, assim que a ministra Dilma Rousseff assumiu o comando da Casa Civil. Em novembro daquele ano, ela determinou o recolhimento de todos os arquivos produzidos pelos extintos Conselho de Segurança Nacional (CNS), Comissão Geral de Investigações (CGI) e Serviço Nacional de Informações (SNI).

Em 30 dias, todos os 230 mil microfilmes, 13 arquivos de aço e 1.000 caixas com documentos foram levados pela Polícia Federal ao Arquivo Nacional.

No ano seguinte, a Casa Civil pediu a todos os órgãos do governo, inclusive às Forças Armadas, que encaminhassem seus arquivos ou, se fosse o caso, os termos de destruição da papelada. Exército, Marinha e Aeronáutica comunicaram, oficialmente, ao então ministro da Defesa, o vice-presidente José Alencar, não haver documentos secretos ou os termos de destruição a repassar.

Depois disso, uma comissão foi criada para investigar a legalidade desse processo de destruição, mas ainda não chegou a nenhuma conclusão.

No ano passado, outra negociação com os militares levou o governo a mandar para o Congresso um novo projeto de Lei de Acesso à Informação. A legislação reduz o prazo para que documentos sejam mantidos sob sigilo.

Inicialmente, o governo aventava a possibilidade de acabar com o sigilo eterno da papelada. Os militares reagiram de imediato e o Planalto teve de chegar a uma proposta de consenso.

A crise piorou com a iniciativa, apoiada pelo Ministério da Justiça, de questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) o alcance da Lei de Anistia, de 1979. E chegou ao ápice no final do ano passado, com o decreto assinado por Lula que criou o Plano de Direitos Humanos.

Os ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, ameaçaram pedir demissão durante a discussão do programa.

Programa Nacional de Direitos Humanos 3
214 páginas – 8,5 MB pdf

O Documento pode ser
baixado do site do
Ministério da Justiça

DefesaNet

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3) - Importante leitura em especial os itálicos DefesaNet http://www.defesanet.com.br/br/2010_5.htm

Programa Nacional de Direitos Humanos 3 - 214 páginas – 8,5 MB pdf
http://www.mj.gov.br/sedh/pndh3/pndh3.pdf

Eixo Orientador VI (Direito à Memória e à Verdade ) do PNDH3 ( pág 169 e seguintes)
http://www.defesanet.com.br/docs1/pndh3_11.pdf

Tarso: teoria de Jobim legitima o ‘direito de torturar’
O Blog de Josias de Souza comenta a Aula de Tarso Genro na UFMG e a publicação do livro Teoria da Democracia e Justiça de Transição’
http://www.defesanet.com.br/br/2010_4.htm

O Conteúdo na íntegra da palestra ‘Teoria da Democracia e Justiça de Transição’, de Tarso Genro, proferida na Universidade de Minas Gerais, foi publicada na página do ministro, em 09 de setembro de 2009. http://www.tarsogenro.com.br/artigos/fullnews.php?id=94

     
 
 
A Empresa Boletins Editorial
 
Equipe Blog SOF História
 
Publicidade DNtv Armas
 
Contato AFV Blindados Revista Virtual
    Air Warfare Arquivo