Transferência de Tecnologia - O que é isto?
Qual a opinião do leitor de Defesa@Net?
Certas palavras passaram a ser mantras e adquiriram um significado especial no Projeto F-X2 uma delas é “Transferência de Tecnologia” e a “Independência de fornecimento”.
No dia 11 de Setembro a Força Aérea Brasileira emitiu o Esclarecimento sobre o Projeto F-X2 e detalhou os seguintes pontos como relevantes indicados pelo próprio Major-Brigadeiro-do-Ar Dirceu Tondolo Nôro, presidente da Comissão Gerencial do Projeto F-X2.
Os participantes (Rafale, Super Hornet e Gripen) estão sendo avaliados em cinco áreas prioritárias:
1 - transferência de tecnologia;
2 - domínio do sistema de armas [pelo Brasil];
3 - acordos de compensação e participação da indústria nacional (offset);
4 - técnico-operacional, e,
5 - comercial.As empresas já publicaram as suas propostas:
Boeing Detalha Programa de Transferência de Tecnologia para o Brasil
http://www.defesanet.com.br/fx2/bo_f18_7.htm
Rafale International -Destaques da Cooperação e Transferência de Tecnologia
http://www.defesanet.com.br/fx2/ri_tech.htm
A SAAB não detalhou a sua proposta. Defesa@Net apresentou com exclusividade a proposta de parceria industrial.
Transferência de Tecnologia Ilimitada – Necessária – Real
http://www.defesanet.com.br/fx2/tech_transfer.htm
No dia 11 de Setembro a Força Aérea Brasileira emitiu o Esclarecimento sobre o Projeto F-X2 e detalhou os seguintes pontos como relevantes indicados pelo próprio Major-Brigadeiro-do-Ar Dirceu Tondolo Nôro, presidente da Comissão Gerencial do Projeto F-X2.
Os participantes (Rafale, Super Hornet e Gripen) estão sendo avaliados em cinco áreas prioritárias:
1 - transferência de tecnologia;
2 - domínio do sistema de armas [pelo Brasil];
3 - acordos de compensação e participação da indústria nacional (offset);
4 - técnico-operacional, e,
5 - comercial.As empresas já publicaram as suas propostas:
Boeing Detalha Programa de Transferência de Tecnologia para o Brasil
http://www.defesanet.com.br/fx2/bo_f18_7.htm
Rafale International -Destaques da Cooperação e Transferência de Tecnologia
http://www.defesanet.com.br/fx2/ri_tech.htm
A SAAB não detalhou a sua proposta. Defesa@Net apresentou com exclusividade a proposta de parceria industrial.
Transferência de Tecnologia Ilimitada – Necessária – Real
http://www.defesanet.com.br/fx2/tech_transfer.htm

31 Comentários:
Às 30 de setembro de 2009 23:52 ,
J. Torres disse...
O editor de Defesanet definiu muito bem a expressão. "Transferência de Tecnologia" no processo do FX-2, transformou-se num mantra, repetido à exaustão por uma grande maioria que não consegue compreender que nunca irá ocorrer em sua plenitude, e isso vale para os três concorrentes. Nenhum país passará os "pulos do gato", que além de terem custado bilhões e anos de homens/hora, são a chave para defesa das respectivas nações. Isso seria inclusive crime de lesa-pátria. A nossa FAB sabe disso, os especialistas da Defesa sabem também. Um dos motivos de a expressão ter virado mantra foi por sido dita e repetida pelos "especialistas" jobim e lulla, e daí, marketing dos fabricantes e consequentemente replicada pelos 'especialistas'(a grnade maioria formados na "universidade" Wikipedia) que dão opiniões em blogs.
Se deixássemos quem de direito decidir (FAB) já teríamos resolvido essa novela há tempos.
Às 1 de outubro de 2009 09:49 ,
Anônimo disse...
Confio nos oficiais da FAB. Eles irão decidir o melhor para o país(lógico se o Jobim e outros interesses externos não atrapalharem).
Felipe.
Às 1 de outubro de 2009 11:45 ,
Anônimo disse...
Que falta faz um militar de alta patente no Ministério da Defesa!
Os Petralhas não sabem o que estão negociando. Ninguém de fato transferirá tecnologia para criar um novo concorrente.
Chavez está certissimo em comprar as armas primeiro, aprender a usá-las, deixar seu País defendido, e depois, até por engenharia reversa, absorver a tecnologia comprada.
Acho que essa desculpa de transferência em 5 anos, é petralhice para manter o Brasil indefeso, e Chavez com o domínio militar, podendo defender os petralhas daqui em caso de nossos militares criarem vergonha e colocá-los para correr, ou enterrá-los em valas como as do Araguaia.
Às 1 de outubro de 2009 11:47 ,
ewnatal disse...
São tantas as vantagens q estãos sendo oferecidas ao Brasil, que o Ministério da Defesa deveria optar pela compra de dois vetores e absorver tudo o q eles oferecem em prol do desenvolvimento da indústria nacional. Assim, a Embraer absorveria a tecnologia do Rafale e a Avibrás desenvolveria a tecnologia do Gripen ou do Super Hornet.
Às 1 de outubro de 2009 13:44 ,
HSOliveira disse...
Desculpem a minha ignorância, mas alguém pode confirmar se nós somos uma das duas potencias aeroespaciais do mundo como afirma o texto da Boeing que esta na página principal? segue:
St. Louis, 30 de setembro de 2009 – O Programa de Transferência de Tecnologia do governo dos Estados Unidos/Boeing para o programa brasileiro F-X2 abre a porta para a cooperação e desenvolvimento entre os dois principais poderes aeroespaciais do mundo – o Brasil e os Estados Unidos.
???????????????????????????????
Obrigado.
Às 1 de outubro de 2009 18:09 ,
Marcus Vinícius Vilela de Lima disse...
- Transferência de Tecnologia - O que é isto?
O Brasil atravessa um momento interessante, sob muitos aspectos, histórico, uma vez que passados os apertos da última grande crise financeira mundial, nossa economia volta a dar sinais de uma vitalidade e vigor pouco vistos nas últimas décadas. Fato comprovado pelos elevados indicadores de prosperidade de nossa sociedade, como a incrível valorização da BOVESPA: 60.000 pontos; a sistemática desvalorização do dólar, em relação ao real, durante o ano de 2009: 24%; e os crescentes índices de crescimento apresentados pela construção civil.
Tudo leva ao entendimento, ainda inconsistente, de que o “gigante adormecido” acordou, e começa a dar trovoadas, como pode ser visto na acirrada disputa comercial decorrente do projeto FX2, onde grandes empresas internacionais, como a Boeing, a Dassault, e a Saab, se digladiam para vender um produto de grande valor agregado para o nosso país. Ainda que fique evidente que os dados foram lançados, em um grande jogo de interesses comerciais, com franca vantagem para um dos competidores.
A transferência de tecnologia, - de uma forma simplificada -, seria o repasse de anos de investimentos em pesquisas para um terceiro país carente desse tipo de conhecimento, e que busca no mercado internacional, a sua compra, como se o conhecimento fosse uma mercadoria qualquer. O que traz de volta a questão, - crucial -, da impressionante fase de prosperidade econômica de nossa sociedade, uma vez que o grande vencedor das licitações, ora em curso, seja ele, um conglomerado econômico, ou governo estrangeiro, pode se transformar no parceiro preferencial de uma potência chamada Brasil.
No caso do projeto FX2, tanto a transferência de tecnologia, como as futuras aquisições de novas aeronaves, devem obedecer ao determinado na Estratégia Nacional de Defesa (END), às fls. 22-23, item 04, onde foi estabelecido que a aquisição de uma aeronave de caça, para a Força Aérea Brasileira, terá de seguir pela:
“... rejeição das ‘soluções extremas’ – simplesmente comprar no mercado internacional um caça ‘de quinta geração’ ou sacrificar a compra para investir na ‘modernização’ dos aviões existentes, nos projetos de ‘aviões não-tripulados’, no desenvolvimento, junto com outro país, do protótipo de um ‘caça tripulado do futuro’ e na formação maciça de ‘quadros científicos e técnicos’. Convém ‘solução híbrida’, que providencie o avião de combate dentro do intervalo temporal necessário mas que o faça de maneira a criar condições para a ‘fabricação nacional’ de caças tripulados avançados”.
E que: “tal ‘solução híbrida’ poderá obedecer a um de dois figurinos. Embora esses dois figurinos possam coexistir em tese, na prática um terá de prevalecer sobre o outro. Ambos ultrapassam de muito os limites convencionais de compra com ‘transferência de tecnologia’ ou ‘off-set’ e envolvem iniciativa substancial de ‘concepção’ e de ‘fabricação’ ‘no Brasil’. Atingem o mesmo resultado por caminhos diferentes”.
“De acordo com o ‘primeiro figurino’, estabelecer-se-ia parceria com outro país ou países para ‘projetar’ e ‘fabricar’ no Brasil, dentro do intervalo temporal relevante, um ‘sucedâneo’ a um caça de ‘quinta geração’ à venda no mercado internacional. Projeta-se e constrói-se o ‘sucedâneo’ de maneira a superar limitações técnicas e operacionais significativas da ‘versão atual’ daquele avião (por exemplo, seu raio de ação, suas limitações em matéria de empuxo vetorado, sua falta de baixa assinatura radar). A solução em foco daria resposta simultânea aos problemas das limitações técnicas e da independência tecnológica”.
Às 1 de outubro de 2009 18:11 ,
Marcus Vinícius Vilela de Lima disse...
- Transferência de Tecnologia - O que é isto?
Já no “segundo figurino, seria comprado um caça de ‘quinta geração’, em negociação que contemplasse a ‘transferência [integral] de tecnologia’, inclusive as tecnologias de ‘projeto’ e de ‘fabricação’ do avião e os ‘códigos-fonte’. A compra seria feita na ‘escala mínima’ necessária para facultar a ‘transferência [integral] dessas tecnologias’. Uma empresa brasileira começa a produzir, sob orientação do Estado brasileiro, um sucedâneo àquele avião comprado, autorizado por negociação antecedente com o país e a empresa vendedores. A solução em foco dar-se-ia por seqüenciamento e não por simultaneidade”.
Para finalmente, arrematar, às fls. 23, da END, que “a escolha entre os ‘dois figurinos’ é questão de circunstância e de negociação. Consideração que poderá ser decisiva é a necessidade de preferir a opção que ‘minimize’ a ‘dependência’ ‘tecnológica’ ou ‘política’ em relação a qualquer fornecedor que, por deter componentes do avião a comprar ou a modernizar, possa pretender, por conta dessa participação, inibir ou influir sobre iniciativas de defesa desencadeadas pelo Brasil”.
Às 1 de outubro de 2009 22:14 ,
Welson disse...
Caros;
Temos acompanhado as postagens do site a respeito do programa FX-2.
Gostaria desde já parabeniza-los pela clareza e imparcialidade nas matérias veiculadas.
Contudo, gostaria, como brasileiro interessado nesta importante licitação do FX-2, de postar minha opinião a respeito do modo com as coisas deveriam ser conduzidas.
Primeiramente acho que o conceito de licitação está um pouco equivocado, estando o Brasil numa posição de espectador das três concorrentes, deixando para estas a iniciativa de propor a tecnologia que pretende repassar ao Brasil.
Na verdade isto denota uma certa impressão de que o país não sabe quais são as tecnologias que lhe faltam para capacitação de fabricação de um caça totalmente nacional.
O correto seria o governo, através do CTA e FAB criar uma lista de tecnologias que deseja absorver e selecionar aquele concorrente que preencher os quesitos, ao contrário de ficar assistindo os concorrentes a cada momento oferecer uma tecnologia diferente e que em alguns casos o país já domina e em outros casos a mesma coisa é dita, mas em outras palavras, com um claro propósito de conturbar as opiniões de alguns que estão despreparados para avaliar corretamente as propostas e isso só leva a um processo longo e ineficaz.
Há tecnologias que ainda não estamos prontos para receber através das indústrias brasileiras, portanto isso deveria ficar ao encargo do CTA absorver esta tecnologia, imprimindo para si mesmo um prazo para a concepção de um produto nacional e posteriormente “ceder esta tecnologia para a empresa que se capacitar a recebê-la”.
A vantagem de “ceder esta tecnologia” seria que o Governo, e somente a partir deste ponto os políticos deveriam entrar em cena, poderia selecionar empresas de acordo com os interesses nacionais de geração de empregos e distribuição de renda (equalização social) além do posicionamento estratégico das tecnologias, ao invés de concentrar tudo no Vale do Paraíba.
Outra vantagem seria a dissipação de monopólios das empresas produtoras, pois a FAB não pode ficar refém de empresas quer nacionais ou não, portanto centralizar todas a tecnologias no CTA é imprescindível.
Ao todo, há que se ter consciência que o programa FX-2 não é o salvador do Brasil, como os concorrentes estão proclamando, é sim uma importante oportunidade de absorver, e quando digo absorver é no sentido de ser totalmente independente e capaz de produzir por si só, tecnologias que envolvem a fabricação de um caça moderno de combate e para isso é preciso se preparar para receber esta tecnologia para que todo o esforço tenha resultados.
Volto a lembrar que algumas empresas só estarão aptas a receber estas tecnologias daqui a alguns anos, mesmo sendo elas do ramo relacionado com esta tecnologia, porém não há como prever se estas estarão “vivas” daqui a alguns anos, daí novamente a importância desta tecnologia estar congelada no CTA.
Brasileiros, acima de tudo Brasil!!
Welson.
Às 2 de outubro de 2009 10:29 ,
Anônimo disse...
Alguns trechos do artigo publicado na BBC "US 'red tape' dogged India Moon mission":
Back in 2004, scientists from the two countries were eager to collaborate, but the Bureau of Export Control in the US did not share this enthusiasm. In fact it was seen by some on the Indian side as being singularly obstinate. It is accused of not being willing to clear the paperwork that would allow sophisticated American-made instruments to be airlifted to Bangalore for the mission.
This is not the first time that a high-profile Indo-US space dream has nearly died early because of what some in India see as the unbending attitude of US bureaucracy.
In 2006, India's dreams of launching a Moon mission in conjunction with America's Boeing Corporation were shattered soon after the deal was announced.
It was aborted not because Isro and Boeing were unwilling to become partners, but because of huge delays in getting export clearance from the US state department.
Às 3 de outubro de 2009 17:18 ,
Anônimo disse...
No artigo http://www.defesanet.com.br/fx2/tech_transfer.htm
o representante dos gripen fala que o unico componente que não fará parte da transferencia pois não e fabricado na suécia é a turbina , ou seja, o coração do veículo. flw
Às 4 de outubro de 2009 02:05 ,
Roberto Medeiros disse...
Legal então esta dos suecos com o Gripen... não podem transferir a tecnologia da turbina do avião? Então vão transferir a tecnologia de um caça que não decola enão voa... Eles tão de piada, né? ou tão pensando que a licitação é para a compra de modelos estáticos para enfeitar a frente das bases aéreas?
Às 4 de outubro de 2009 11:30 ,
Anônimo disse...
Senhores,
Vendo as propostas dos tres concorrentes, da para notar, que nenhum deles oferece 100% dos componentes de um caca.
Se queremos construir um caca 100% nacional precisamos dominar todos os processos, certo?
Entao devemos adquirir de cada origem o que eles ofeerecem!
Como? Vamos aceitar as tres propostas e adquirir 100% da tecnologia!?
Alguns podem achar esta proposta boba, mas e a mais logica, sabe porque?
Cada um dos tres cacas possuem um caracteristica propria para uso.nenhum dos tres cobre todas as opcoes de um caca: ataque, interceptador e caca.
Entao... vamos adquirir 3 x 36 e adquirir uma capacidade nos tres campos de combate e 100% da tec.
Às 4 de outubro de 2009 15:17 ,
giovanidosantos disse...
Video do Brgadeiro Venâncio do CTA, sobre liberação equipamentos de alta tecnologia ao Brasil.
http://www.youtube.com/watch?v=GBP4RnKHRlg
Vejam o que diz o Brigadeiro do DCTA.
Às 6 de outubro de 2009 18:23 ,
Gilberto M. Loureiro disse...
Seja qual for o caça que defenderá o brasil nos próximos anos, nenhum, mas nenhum mesmo, chegará aos pés do
O Sukhoi Su-35.
Li a reportagem da Defesanet de hoje sobre o assunto http://www.defesanet.com.br/ru1/su-35.htm
Seja como for ainda somos quintal dos Estados Unidos. Uma pena.
Às 6 de outubro de 2009 19:06 ,
Celso José disse...
Por favor senhores me respondam uma pergunta que a meses me corroi por dentro!!! Se é tranferência de tecnologia que o Brasil quer, por que o Senhor Min. Nelson Jobim, descartou o Su-35 da Russia? Pelo que me parece na entrevista postada no "Defesanet" O Sr Anatoly Isaikin
Diretor General da EEFU "Rosoboronexport, alega que se dispoe a isso!!! Parece que o fator fornecimento de peças da Rússia Pesou! Mas me digam se é tranferência de tecnologia que está em pauta então me parece que elas então poderiam ser fabricadas aqui!! Então acho que esse argumento é um tanto estranho!!!
Aja visto, segundo o diretor da Rosoboronexport citou! A China e a India Obtiveram essa transferencia!!!
Suspeito que deva estar rolando nos bastidores algo nebuloso demais!!!
Às 7 de outubro de 2009 02:47 ,
Oscar Luiz disse...
Mais bobagens. Aqui todo mundo se preocupa com os brinquedos, mas ninguém se preocupa com a brincadeira...
É engraçado, tá cheio de especialistas em aviões, tecnologia, etc.
Um país que não tem dinheiro para uniforme, munição, combustível, comida, remédio, que não tem dinheiro para pagar os conveniados dos Fundos de Saúde, que não tem PNR para todo mundo, não tem nem sequer dinheiro para comprar pilha alcalina para estação-rádio, vai gastar uma grana preta para comprar brinquedos justamente para defender Brasília????? Ah, falem sério!
E vem com papo que o importante é a transferência de tecnologia? Então vão fazer com os japoneses, que fazem o F-15 sob licença, ou com os sul-coreanos, que desenvolveram os melhores aviônicos para o F-15K, ou com os taiwaneses, que fazem tiveram que aprender do zero como se faz avião. Ou melhor, se juntem com os israelenses, que modernizaram os nossos F-5 e, pelo visto, deixaram os franceses (os mesmos do Rafale) de boca aberta. Sai mais barato e o retorno com certeza é maior.
Às 7 de outubro de 2009 19:33 ,
Athos disse...
Welson, você acha o que, que só tem idiota ignorante negociando as tecnologias. Se você está boiando, não conclua que os negociadores também estão.
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/a-transferencia-de-tecnologia/
Às 9 de outubro de 2009 00:00 ,
lucas augusto disse...
Transferencia de tecnologia, na linguagem tecnica-juridica, esta relacionado a grupos de contratos que podem ser dividos em 3 partes:
a) Contratos regidos por normas do Direito da Propriedade Industrial: a.1) Licenca de Patente e Modelo de Utilidade; a.2) Licenca de uso de marca.
b)Contratos regidos por normas do direito civil: b.1) Fornecimento de tecnologia (know-how); b.2) Assistencia tecnica
c) Contratos especialmente regulados pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial): c.1) Contrato de franquia; c.2) Contrato de Pesquisa e Desenvolvimento citados pela Lei 8661-93.
Isto posto, podemos considerar que os contratos que interessam ao Projeto FX-2 sao os do grupo regulados pelo Direito da Propriedade Intelectual, que tem seu fulcro na Lei 9279-96, e os ultimos citados - de pesquisa e desenvolvimento.
A transferencia de tecnologia para o Brasil, portanto, sera por via da licenca de patentes e prestacao de assistencia tecnica e cooperacao entre entidades de pesquisa.
Partindo do pressuposto que esta lista de cinco objeticos esta em ordem decrescente de prioridade, o concorrente mais desejado sera aquele que transfere mais tecnologia.
Creio que a proposta da Suecia parece mais adequada aa ordem de prioridade estabelecida, tendo em vista terem detalhado bem os assuntos tecnologicos a serem transferidos ao Brasil.
Devemos lembrar, no entanto, que a transferencia de tecnologia nao e a 'salvadora da patria', mas pode-se tornar a 'vila' se nao usada corretamente. Por que? Porque a sua remuneracao e muito alta e muita das vezes a sua utilizacao pratica e impedida quando que a melhoria proposta pela transferencia ja e objeto de patente por um terceiro que nada tem a ver com a relacao. Portanto o crucial nesta etapa e saber o quanto e o que que nossas empresas poderao absorver essa tecnologia e produzir, sob pena de todo o nosso assunto ser um mero exercicio de retorica.
Às 12 de outubro de 2009 18:49 ,
Anônimo disse...
A QUANTO TEMPO TEMOS OS ATUAIS CAÇAS
E NEM SE QUER PREOCUPAMOS EM PRODUZIR
NOSSOS PROPRIOS CAÇAS PORQUE,SERA QUE NOS SOMOS TAO BURROS ASSIM VEJA O GRIPEN E UMA CAÇA PROJETADO, NAO FAZ MUITO TEMPO GARANTO QUE TEMOS OS F-5 A MUITO MAIS TEMPO E MESMO ASSIM OS SUECOS NAO DEU BOBEIRA E JA TEM SEU PROPRIO CAÇA,VEJAM A PETROBRAS A MAIOR TECNOLOGIA EM PETROLEO NO QUE SE DIZ NO MAR E A EXTINTA ENGESA O CARRO OSORIO O MELHOR EM SUA EPOCA NAO TINHA PRA NINGUEM VEJAM NO YUTUBE O DOCUMENTARIO SOBRE ESSE GRANDE CARRO DE COMBATE JA CONSEGUIMOS ATE PRODUZIR SATELITES SOMOS BONS EM MUITA COISA
QUEREM VER SO A POUCO TEMPO O BRASIL DESENVOLVEU A MELHOR CENTRIFOGA PARA ENRIQUECIMENTO DE URANEO NA QUAL OS EUA ESTAVA DOIDO PARA VER ALEGANDO QUE A INTENÇAO DO BRASIL ERA PRODUZIR BOMBAS ENTAO FICA MINHA PERGUNTA SERA QUE SE O BRASIL TIVESSE UM BELO CAÇA PARA VENDER A QUALQUER PAIS SERA QUE NOS TRANFERIA TODA NOSSA TECNOLOGIA A ESSE PAIS, SE O BRASIL TIVESSE HOJE NOSSO PROPRIO CAÇAS NAO ESTARIAMOS GASTANDO MILHOES MAS SIM CONTABILIZANDO MILHOES O ERRO ESTA EM NOSSO GOVERNANTES QUE VALORIZA OS PROPRIOS BRASILEIROS QUE TEM CAPACIDADE,NA QUAL MUITOS DELES VAO PARA OUTRO PAIS PORQUE ELES SAO VALORIZADOS.NOSSO AMIGO OSCAR LUIS DIZ QUE O BRASIL NAO TEM DINHEIRO TEM SIM PORQUE SOMOS O POVO QUE MAIS PAGA IMPOSTOS NO MUNDO A QUESTAO E ONDE ESTA.
Às 13 de outubro de 2009 14:14 ,
Anônimo disse...
Não tenho a menor dúvida. O FA18 seria o mais apropriado para s condições do Brasil. Plenamente testado, fabricados segundo conceitos das suas maiores forças aéreas do mundo (ambas norte-americanas por sinal)e aparentemente condições comerciais e operacionais mais vantajosas. Podem falar o que quiserem, mas a realidade é essa. Vamos investir alguns bilhões de dolares em cartas duvidosas?
Abraço a todos
Às 13 de outubro de 2009 22:56 ,
Oscar Luiz disse...
Boa. Concordo com o Anônimo: dinheiro não falta, só não sabemos aonde está.
O certo é: não está na munição, não está no fardamento, não está na comida e não está no combustível. Querem comprar caças de quinta geração, mas os oficiais não tem munição para atirar de pistola. Ou os praças que não tem munição para atirar de FAL. Ou ter que aproveitar o uniforme do ano anterior. Ou ter que dispensar o pessoal porque não tem comida.
Ou pior: ter células novinhas de AMX, estocadas em hangares, porque não tem combustível.
E depois querem comprar "brinquedos" para defender Brasília??? Que brincadeira mais estranha essa...
Às 14 de outubro de 2009 12:33 ,
Anônimo disse...
O senhor Luiz González, está tentando usar a tática de desconstruir a candidata Dilma, dizendo a todo momento na entrevista: "Dilma a desconhecida". Eu pergunto quem é Luiz González? Ele sim é um desconhecido!!!!
Às 15 de outubro de 2009 12:53 ,
Anônimo disse...
Não tenho dúvidas que haverá a transferencia tecnologica da aeronave vencedora, mas não na sua totalidade. Todos os concorrentes são bons haja vista criticas ao GRIPEN NG por estar ainda em desenvolvimento, mas isso caso ele vença não será problema para o Brasil pois temos muitos profissionais competentes que poderão assimilar as dificuldades e chegar no produto final, caso dos AMX em parceria com a Itália. O Rafale peça também o fato de nunca ter vencido licitações fora, problema de menos, a aeronave voa não?
O Super Hornet é o cara, mas os caras que o possuem é que são o bicho, quem garante que eles não nos passe a perna caso ele ganhe. Dos três o último é o melhor para ganhar pela sua história, mas quem cuida desse processo deve ficar atento aos interesses brasileiros. O Brasil deverá buscar garantias de que o produto poderá ser vendido a quem ele quiser e fazer as modificações que achar necessárias.
O F-5, da decada de 70, decadas depois, o Brasil precisou pedir autorização dos Estados Unidos para moderniza-lo aqui, quando passou a ser F-5EM.
Enfim indiferente do vencedor poderemos sim aprimorar o projeto e projetas vetores para nossa soberania.
(Daniel)
Às 15 de outubro de 2009 14:10 ,
junglexpert disse...
O que se discute é Estratégia ou transferência de tecnologia?
Antes de tudo parabenizo os foristas pelo nível do debate onde se tem de forma clara explicado questões sobre TT.
Mas afinal o que é o END? Estratégia, Programa para gastar dinheiro público?
Eu tenho uma opinião. Estratégia é comprar armas, distribuir tropas ou "usar a força para atingir os fins políticos". Este usar para alguns se restringe somente o enfrentamento ou o combate.
Pode ser até isto. Como nos armamos. E disto pode se deduzir duas estratégias.
Por um lado se considera que a arma é algo pronto e que não cabe debater sua origem: como e por quem foi feito – ou seja, temos dissociado origem da arma e estratégia. Estratégia é somente usar bem as armas prontas. Assim, a estratégia fica reduzido a um jogo de regras prontas como xadrez, go, truco o que se desejar. É simples, basta comprar armas e alocar tropas. Criar um bom sistema para executar estas ações. Estratégia se reduz a isto – comprar e usar bem.
Por outro lado podemos considerar que a forma como nos armamos pode ser a estratégia e neste caso a arma não é algo terminado - o brinquedo de fazer a guerra - e sim uma forma pensada e ampliada de que estratégia é também a opção de não fazê-la (isto seria a tal dissuasão que tanto os falsos profetas estrategistas cantam em versos?) e assim a estratégia fica ampliada para capacidade de se participar de um jogo em que nós podemos estabelecer as forças das peças, escolher o tabuleiro e escrever as regras. É complexo, temos que desenvolver e internar a competência de fazer as armas desde a concepção ao uso. Estratégia da Real Dissuasão se amplia com isto – saber bem.
Pois é. Prosseguindo, questiona-se o Brasil e suas Forças Armadas estão aptos a adotar a estratégia de comprar o cachorro no pet shop (END) ou saber criar e procriar o cão que cuidará o pátio (Real Dissuasão)...
Eu defendo que não temos a competência da Real Dissuasão, hoje. Já tivemos. Falta um Corpo de Engenheiros em cada Força Armada.
Também, temos o distanciamento e pavor que a burguesa Academia brasileira tem sobre o assunto Estratégia. Para a maioria o problema da defesa do Brasil está resolvido se o Capitão Lúcio e o Luisão estiverem bem. Aqui parabenizo aos poucos cientistas que dedicam seus esforços neste assunto, prestando um bom serviço a nação, mesmo contrários as opiniões expressas aqui.
Além do mais, tem muita gente sabida, profundos conhecedores da sopa de letrinhas em Defesa, interessantes e mais do que isto interesseiras que defende que o melhor é sermos pragmáticos e escolhermos o que se “tem na prateleira”, indicando as melhores letrinhas.
Finalmente, não poderia deixar de ser abordada a questão das sopas de letrinhas em Defesa e a questão correlata “o problema do código fonte” ou da chave. Cabe uma interrogação: “Alguém se sentiria confortável se encomendasse a chave de sua casa para alguém suspeito ou interessado em seus bens?” Neste caso também se vislumbra a questão da Estratégia. A fábrica de armas, a capacidade, o potencial de causar dano e morte deve ser um monopólio estatal, ou não?
Às 16 de outubro de 2009 09:46 ,
Anônimo disse...
END e o Projeto FX
Antes de tudo parabenizo os foristas pelo nível do debate.
Uma opinião se apresenta acrescentado uma abordagem heterodoxa da questão.
Estratégia é comprar armas, distribuir tropas ou "usar a força para atingir os fins políticos"? Este usar para alguns se restringe somente o enfrentamento ou o combate. Mas pode ser mais do que isto.
Sim, o isto, pode ser como nos armamos. E disto pode se deduzir duas estratégias.
Por um lado se considera que a arma é algo pronto e que não cabe debater sua origem: como e por quem foi feito – ou seja, temos dissociado origem da arma e estratégia. Estratégia é somente usar bem as armas prontas. Assim, a estratégia fica reduzido a um jogo de regras prontas como xadrez, go, truco o que se desejar. É simples, basta comprar armas e alocar tropas. Criar um bom sistema para executar estas ações. Estratégia se reduz a isto – comprar e usar bem.
Por outro lado podemos considerar que a forma como nos armamos pode ser a estratégia e neste caso a arma não é algo terminado - o brinquedo de fazer a guerra - e sim uma forma pensada e ampliada de que estratégia é também a opção de não fazê-la (isto seria a tal dissuasão que tanto os falsos profetas estrategistas cantam em versos?) e assim a estratégia fica ampliada para capacidade de se participar de um jogo em que nós podemos estabelecer as forças das peças, escolher o tabuleiro e escrever as regras. É complexo, temos que desenvolver e internar a competência de fazer as armas desde a concepção ao uso. Estratégia da Real Dissuasão se amplia com isto – saber bem.
Pois é. Prosseguindo, questiona-se o Brasil e suas Forças Armadas estão aptos a adotar a estratégia de comprar o cachorro no pet shop (END) ou saber criar e procriar o cão que cuidará o pátio (Real Dissuasão)...
Eu defendo que não temos a competência da Real Dissuasão, hoje. Já tivemos (final da década de 50). Falta um Corpo de Engenheiros em cada Força Armada. Por mais respeitado que sejam o IME e o ITA no meio civil, estas são escolas marginalizadas nas Forças que fazem parte. Esta é uma tese controvertida e que carece de mais estudos.
Também, temos o distanciamento e pavor que a Academia brasileira tem sobre o assunto Estratégia. Para a maioria o problema da defesa do Brasil está resolvido se o Capitão Lúcio e o Luisão estiverem bem. Aqui parabenizo aos poucos cientistas que dedicam seus esforços neste assunto, prestando um bom serviço a nação, mesmo contrários as opiniões expressas aqui.
Além do mais, existem os interesses corporativos que defende que o melhor é sermos pragmáticos e escolhermos o que se “tem na prateleira” como se escolhesse um brinquedo.
Finalmente, não poderia deixar de ser abordada a questão das sopas de letrinhas em Defesa e a questão correlata “o problema do código fonte” ou da chave. Para tal cabe uma reflexão: “Alguém se sentiria confortável se encomendasse a chave de sua casa para alguém suspeito ou interessado em seus bens?” Neste caso também se vislumbra a questão da Estratégia. A fábrica de armas, a capacidade de dissuadir, os brinquedos com potencial de causar dano e morte deve ser um monopólio estatal, ou não?
Enfim, antes de discutir qual plataforma de superioridade aérea tenho a convicção que devemos debater que Estratégia devemos adotar e qual a Força adequada para implementá-la.
Um dia o cão de guarda envelhece, pode se tornar difícil comprar a ração e quem o criou de nascença pode ainda ter um truque que em vez de te defender pode até ficar contra você. Tudo é possível – o certo é que ele morrerá – e aí, retornaremos ao pet shop?
Às 16 de outubro de 2009 13:19 ,
Alberto disse...
Na verdade, conjugam-se duas políticas: uma, a política de Defesa; e outra, a política industrial para o setor de defesa. E tais políticas não podem ser vistas como elementos isolados. É por isso que o F-X2 dá tanta ênfase à transferência de tecnologia.
As ressalvas com a proposta da Boeing já foram amplamente explicadas, e têm a ver com a política industrial para o setor de defesa. Uma vez o Brasil poderia ter vendido alguns cacas Super Tucano na casa dos bilhões de dólares e a venda foi vetada pelos EUA porque o avião usa tecnologia criada por empresas de lá. O problema não é só o direito ao uso, como também o direito de comercialização. Não há nenhum dispositivo específico que garanta isso por parte das autoridades norte-americanas.
O Gripen NG é um projeto em desenvolvimento. Embora haja o atual Gripen, não é esse que vem. Guarda oportunidades para o desenvolvimento conjunto, e por isso possui boa flexibilidade. Entretanto, entra a questão dos fornecedores do Gripen, principalmente do motor e dos sistemas de aviônica, onde alguns deles possuem base nos EUA. Fica então o mesmo problema dos Boeing quanto à transferência de tecnologia, direitos de uso, alteração e comercialização.
No caso do Rafale, muito embora não tenha sido vendido para país algum fora da Franca, já é um produto desenvolvido e em corrente uso. A ressalva nesse caso é o montante de tecnologia de desenvolvimento previsto para o acordo de transferência. As questões dos direitos de uso e de comercialização já foram colocadas pelo chefe de Estado francês, devendo ser clarificadas pela Dassault.
Considerando os seguintes pontos, O F/A-18 Hornet é inviável, então ficam Gripen e Rafale. A escolha deve ser feita logo, logo. Seja o que for, tem de assegurar ao Brasil a aquisicão não só do produto final, mas também do 'system design', incluindo códigos fonte.
Às 17 de outubro de 2009 12:07 ,
Anônimo disse...
QUE PAÍS ESTARIO ESPIONANDO E SABOTANDO OS FOGUETES BRASILEIROS?
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u497390.shtml
GANHA UM DOCE QUEM ADIVINHAR...
Às 18 de outubro de 2009 20:11 ,
luis disse...
Bem pessoal, acho que independente de transferencia de tecnologia e das propostas das empresas, fica claro que o Brasil vai escolher o Rafale(se o ultimato for realmente do presidente Lula)já que Lula vem dizendo em todo o lugar que só considera como concorrente o Rafale.
Nas postagens do DefesaNet e de toda a midia Cita-se que "o presidente tem preferencia pelo Rafale", mas não o Presidente Lula tem preferencia pela França. É lamentavel que para chegar ao Conselho de Segurança permanente da ONU tenhamos que puchar o saco dos paises integrantes.
Seria bem melhor fazer a melhor escolha e confiar nos militares Brasileiros e entrar lá por merecimento e reconhecimento, além de ainda existir o isolamento militar da Rússia que fez uma boa proposta do SU-35.
Ainda Acredito que a escolha será feita logo, que será a melhor para o Defesa do Brasil e que teremos poder de dcisão nas questões sobre os rumos da humanidade com os paises ricos, e vamos espulsar os E.U.A dessa banda do Continente.
Pra frente Brasil!
Às 30 de outubro de 2009 18:28 ,
Anônimo disse...
Estranho. Porque a ROSOBORONEXPOT que produz os poderosos SU 35 não aparece nas manchetes dos jornais? Não há interesse em aquirir aeronaves superiores e com relação custo benefício muito superior a dos concorrentes? Esse é um assunto estratégico e não político. Eu e uma imensa quantidade de pessoas somos a favor do SUKOI. É incomparávelmente superior em tudo e cumpre todas as exigencias da licitação. Tem algo estranho acontecendo e isso deve ser divulgado.
Às 7 de novembro de 2009 08:18 ,
Anônimo disse...
Intrigas, lobbys, gafes presidenciais, briga mesmo! isto é o que virou o FX2, tenho certeza que o alto comando da FAB irá escolher o melhor vetor para ostentar o glorioso simbolo de nossa força aerea, mas se não for o Rafale o escolhido vai ser um tanto constrangedor ao nosso presidente! ele deveria saber que somos 190 milhões e outras bocas deveriam serem ouvidas.
Às 18 de novembro de 2009 18:16 ,
Henrique Developer disse...
Alguém poderia esclarecer, Como um pais fornece toda sua tecnologia de forma natural, pois não há o risco deste pais que recebe esta tecnologia achar-se por qualquer motivo que possa ser no direito de atacar o pais fornecedor ? Se alguém poder me explicar melhor, ficarei muito agradecido.
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