06 de Julho, 2016 - 09:30 ( Brasília )

Aviação

Diversos esquadrões da FAB realizam transportes de órgãos

Esquadrões da FAB realizam transportes de órgãos em todo o País. As últimas missões foram realizadas nas regiões Sul e Sudeste.

Ten João Elias


A Força Aérea Brasileira (FAB) disponibiliza esquadrões em todas as regiões do País para o transporte de órgãos para transplante. Somente no início deste mês já ocorreram missões realizadas por unidades sediadas em São Paulo (SP) e em Canoas (RS).

No último domingo (03/07), uma equipe do Quarto Esquadrão de Transporte Aéreo (4° ETA), localizado em São Paulo (SP), deslocou-se, por volta das 05h00 da manhã, para captar um fígado na cidade de São José do Rio Preto, no interior do Estado. A missão teve duração de aproximadamente 12 horas. A cirurgia de transplante ocorreu no Hospital Israelita Albert Einsten, na capital paulista.

“Saber que a missão que você acabou de cumprir ajudou a salvar uma vida é uma realização indescritível. Toda a tripulação sente-se honrada em poder participar e colaborar com esse ato tão nobre”, ressalta o Tenente Ícaro Rodrigues de Freitas Santos, um dos pilotos da aeronave C-95 (Bandeirante) que realizou a missão.

Já na sexta-feira (01/07), o Quinto Esquadrão de Transporte Aéreo (5° ETA), unidade da FAB sediada em Canoas (RS), foi acionado para uma missão de transporte de órgãos. Às 16h, a tripulação decolou com a aeronave C-97 (Brasília) com destino ao Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis (SC).

Após o pouso, os tripulantes desembarcaram a equipe médica e esperaram eles realizarem todos os procedimentos cirúrgicos para a retirada de dois pulmões. Concluídos os procedimentos, o Esquadrão Pégaso realizou o transporte dos pulmões para Canoas às 21:25h. A destinatária do órgão é uma mulher de 18 anos da capital do Rio Grande do Sul, paciente da Santa Casa de Porto Alegre.

“Agradeço a toda equipe da FAB pelo nosso transporte que foi além da prestação de serviço com segurança e eficiência, houve gentileza e dedicação à essa tarefa tão nobre, de salvar vidas”, explica a médica Fabíola Adélia Perin.