13 de Julho, 2015 - 11:35 ( Brasília )

Aviação

EDA - Fumaça reestreia em Maringá (PR)

BRAVO !!!!! Apresentação impressiona público do interior do Paraná

BRAVO !!!!
O Retorno da Esquadrilha da Fumaça


Por volta das 16 horas, o céu de Maringá (PR) ganhou um colorido especial. A primeira apresentação pública da Esquadrilha da Fumaça com as aeronaves A-29 Super Tucano aconteceu neste sábado (11/07), durante a EAB Air Show, 18ª Feira Internacional de Aviação. Mais de 3 mil pessoas assistiram à reestreia. Uma nova apresentação está prevista para domingo (12/07), às 15h10. A entrada é gratuita.

Perfilados, os sete pilotos, acompanhados pelos Anjos da Guarda – equipe das áreas de manutenção e administrativa, se apresentaram ao público antes da realização das manobras. Após todos os procedimentos de segurança, os pilotos embarcaram nos caças pintados com as cores da bandeira do Brasil.

A demonstração durou cerca de 45 minutos e contou com dezenas de acrobacias aéreas que tiraram o fôlego do público presente. As mais comemoradas foram os voos rasantes e a despedida, quando a fumaça desenhou um coração no céu. “As manobras são muito arrojadas e isso nos deixa muito feliz. A distância entre uma aeronave e outra impressiona”, afirma o eletrotécnico Luiz Carlos Souza.

Ao final da demonstração, os pilotos tiraram fotos e responderam dúvidas sobre o trabalho do esquadrão. “É uma satisfação muito grande poder voltar a ter contato com a população e levar a imagem da Força Aérea. Muito bom sentir esse carinho com a esquadrilha. É motivo de muita alegria pra nós”, declara o líder do EDA, Tenente-Coronel, Marcelo Gobett.

Nova fase

Depois de dois anos de treinamento, a nova fase do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) marca uma preocupação ainda maior com o público que prestigia as demonstrações. Entre elas está a utilização de fumaça ecologicamente correta, baseada no conceito sustentável de não agredir o meio ambiente.

O Super Tucano é a quinta aeronave adotada pela Esquadrilha da Fumaça na realização das manobras aéreas. Fabricado pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), o A-29 já era empregado pela Força Aérea Brasileira (FAB) cumprindo missões de defesa aérea, treinamento avançado, ataque leve, escolta, patrulha aérea de combate e na formação de líderes da aviação de caça.
 

Museu de Aeronáutica é reaberto no Recife



A 300 metros da famosa praia de Boa Viagem, Recife tem uma atração turística ideal para quem gosta de aviação e de história. O museu do Segundo Comando Aéreo Regional passou por reforma e foi reaberto ao público no último dia 3 de julho. Os visitantes agora poderão ver de perto novas atrações, como os caças históricos AT-26 e TF-33, além de uma diorama que mostra como era a Base Aérea do Recife na época da Segunda Guerra Mundial.

Com entrada gratuita, o museu está localizado na avenida Armindo Moura, 500, no bairro Boa Viagem. A visitação está aberta de segunda a quinta das 8h às 12h e das 13h30 às 17h. As sextas, o horário é das 8h às 12h. Visitas guiadas podem ser agendadas.

Além das aeronaves reais, o museu encanta quem gosta de plastimodelismo, as maquetes de aeronaves. Somente no diorama histórico da Base Aérea do Recife há 16 delas, entre o PV-1 Ventura, o P-40 e o B-18 Bolo, aviões que voavam sobre Recife em 1945. Também há veículos militares e figuras na escala 1:72. Outro diorama recorda um campo de pouso da Força Aérea Brasileira na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Estão lá, em detalhes, as barracas e os aviões P-47.

O acervo inclui a Bandeira do Brasil levada por Marcos Pontes ao espaço. Estão lá ainda móveis originais, que mostram o ambiente de trabalho do Marechal Eduardo Gomes no Recife em 1942, época em que ele autorizou o ataque contra qualquer submarino que ameaçasse navios brasileiros. São relíquias que contam capítulos relevantes da história da Aeronáutica e do Brasil.

O próprio museu fica em um prédio histórico, construído em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, para servir como quartel-general das forças norte-americanas, responsáveis pelo Atlântico Sul, com uma área de atuação que ia de Belém, no Pará, até Caravelas, na Bahia. Desde 1995 o espaço é dedicado a preservar a memória da aviação civil e militar no Brasil.

Há sete exposições permanentes: História da Aviação, Marechal do Ar Eduardo Gomes, Segunda Guerra Mundial, Primeiro do Sexto Grupo de Aviação, Uniformes da Força Aérea Brasileira, Material Bélico e Instrumentos Aeronáuticos. Os visitantes podem conhecer, por exemplo, câmeras utilizadas pelos aviões de reconhecimento, bússolas, manches, bombas, mísseis já lançados no Brasil, espoletas, condecorações, distintivos, equipamentos e instrumentos de voo, macacões utilizados por pilotos e até um painel completo de um avião de combate AT-26 Xavante.

Há ainda uma sala específica para mostrar equipamentos já operados no Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), também sediado no Recife.