05 de Abril, 2014 - 11:20 ( Brasília )

Aviação

Lançada publicação com dados sobre o tráfego aéreo no Brasil

Iniciativa do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea, a compilação apresenta em mais de 130 páginas o cenário da aviação no País em 2013

Com a intenção de registrar dados sobre o tráfego aéreo no Brasil, o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), unidade subordinada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), lança o Anuário Estatístico de Tráfego Aéreo 2013, com indicadores quantitativos dos movimentos aéreos nos aeródromos, assim como nas áreas de controle de tráfego de responsabilidade do sistema aéreo nacional.

A publicação tem como objetivo proporcionar uma melhor compreensão do atual cenário econômico brasileiro do ponto de vista da aviação. Os dados estatísticos possibilitam ainda a identificação de tendências ou de períodos de maior ou menor fluxo de aeronaves. É também um instrumento fundamental para identificar as necessidades e contribuir para o avanço da infraestrutura aeroportuária brasileira.

A compilação desses dados, desde 2010, tem embasado a Força Aérea Brasileira (FAB) na construção do seu planejamento para grandes eventos, como a Copa das Confederações e a vinda do papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude, em 2013, além da Copa do Mundo de 2014.

Esta preparação antecipada está garantindo a manutenção da eficiência na prestação de serviços de controle e gerenciamento do tráfego aéreo, mesmo que haja crescimento nos movimentos aéreos no país.

O anuário é dividido em três seções. Na primeira delas, são apresentadas informações sobre os 33 aeródromos pertencentes ao Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB), trazendo a comparação dos movimentos nos últimos três anos. A segunda parte traz dados das Áreas de Controle Terminal e Zonas de Controle do Sisceab, localizadas nas imediações de um ou mais aeródromos.

Já a última seção apresenta estatísticas das cinco regiões de informação de voo brasileiras (FIR): Brasília, Curitiba, Recife, Atlântico e Amazônica. Cada FIR tem dimensões definidas e abrange diversas Áreas de Controle Terminal e rotas de voo, as aerovias.