24 de Novembro, 2013 - 22:34 ( Brasília )

Aviação

Para treinar mais de 5OO recrutas, FAB emprega infraestrutura móvel de apoio no RJ


Para treinar mais de 500 recrutas e 39 futuros taifeiros, da área do Terceiro Comando Aéreo Regional (III COMAR), em ambiente operacional - o chamado exercício de campanha, a Força Aérea Brasileira empregou a infraestrutura móvel de apoio no Rio de Janeiro. O curso foi realizado na área do Campo dos Afonsos, zona oeste da capital fluminense, entre os 04 e 08 de novembro.
 
Cerca de 150 militares trabalharam na montagem da estrutura móvel que incluiu unidades celulares de intendência, engenharia, saúde e defesa. Apenas para o alojamentos dos recrutas foram instaladas 21 barracas modulares. Para higiene pessoal, foi construída uma área com estruturas para banho, sanitários, higienização dos kits-marmita e higiene bucal.  A infraestrutura móvel e modular é a mesma utilizada em operações reais pela FAB, seja em ações nas fronteiras ou casos de calamidade pública, o que permite atuar em qualquer região do país.
 
Pela primeira vez, uma mulher estava no comando do escalão móvel de apoio, ativado especialmente para coordenar o planejamento e o preparo da área do exercício. A Capitão Intendente Kesia Arraes Gomes esteve à frente de uma equipe jovem e formada inteiramente por mulheres.
 
Infraestrutura móvel de apoio empregada é a mesma usada pela FAB em operações re  COMAR IIIAcampamento - Participaram do exercício de campanha, que faz parte do currículo mínimo do curso de formação de soldados, recrutas dos Batalhões de Infantaria de Aeronáutica Especial (BINFAE) dos Afonsos, do Galeão e do Rio de Janeiro, além do Batalhão de Infantaria de Aeronáutica de Santa Cruz, todos da Guarnição de Aeronáutica do Rio de Janeiro.
 
Durante o acampamento, os militares participaram de oficinas de sobrevivência, transposição de obstáculos, animais peçonhentos, navegação diurna e noturna. Eles também puderam aprender técnicas de silenciamento de sentinela, nós e amarrações, marchas e estacionamentos, patrulha, transporte de feridos, fortificação de campanha e minas e armadilhas.
 
Os participaram percorreram 7 km em marcha e consumiram, em duas ocasiões, ração operacional, termo militar para o kit de alimentos para sobrevivência. Para as demais refeições, a alimentação foi preparada e congelada na Base Aérea do Galeão (BAGL) para depois ser regenerada no Módulo de Alimentação para Pontos Remotos (MAPRE). A Base Aérea dos Afonsos (BAAF) forneceu hortaliças e artigos de padaria.