23 de Abril, 2013 - 11:30 ( Brasília )

Aviação

FAB - Ofensiva para Recuperar Espaço

Força Aérea Brasileira formula estratégia de marketing para recuperar o espaço perdido para a Marinha e Exército como geradora de programas estratégicos.

Nota DefesaNet

A Força Aérea lançou uma ofensiva de marketing divulgando peças produzidas pelo CECOMSAER. 

No dia 22 de Abril, dia da Aviação de Caça, divulgou um quadro onde pela primeira vez, dentro dos Programas F-X e F-X2 divulga publicamente a sua necessidade dos caças. Além de colocar o perfil dos três competidores finalistas.

Após perder para a Marinha do Brasil, com a Amazônia Azul, o gancho publicitário, e para o Exército a formulação de programas estratégicos, tais  como: SISFRON, PROTEGER, etc..

No dia de hoje (23ABR13), a FAB lançou uma agressiva e interessante peça com o mote 22 Milhões de km2.

Abaixo o texto

O Editor

 

QUEM CONTROLA E QUEM DEFENDE, PROTEGE!

22 Milhões de km2

Controle            +       Defesa        =       Proteção
do Espaço Aéreo                 Aérea              do Espaço Aéreo



Território - 8.538.000 km2 (Controle, Defesa, Busca e Salvamento)

Zona Econômica Exclusiva - 3.539.919 km2 (Controle, Defesa, Busca e Salvamento)

Acordos Internacionais -9.922.081 km2 (Controle, Busca e Salvamento)

Total - 22 MILHOES DE km2.

Qualquer mapa-mundi mostra que o Brasil é um pais de destaque. Somos o 5° maior do planeta, com 8.515.767,049 km2 de área. Estes mais de 8,5 milhões de km2 representam a metade da América do Sul. Temos 23 mil quilômetros de fronteiras. Mas quando falamos de Força Aérea, isso ê só o começo! O Brasil é responsável pela proteção de um espaço aéreo que vai alem do nosso próprio território, uma dimensão de 22 milhões de km2, quase três vezes mais que o Brasil que aparece nos mapas.

Em toda essa área, maior que toda a América Latina, aeronaves nacionais e estrangeiras estão sob e manto de proteção proporcionado pela Força Aérea Brasileira. Das cabines, os pilotos têm acesso às informações de voo, meteorologia no apoio do controle do espaço aéreo. E, por mais que ninguém espere vIvenciar essa experiência, em caso de acidente há a certeza de que alguém ira decolar imediatamente em uma missão de busca e salvamento.

Mas um voo sem turbulência não é a única necessidade da aviação. Cada avião ou helicóptero é uma parte de uma ou mais nações, seja por seus passageiros, pelos produtos que transporia ou pela simples existência aos voos em si.

Via de regra, o voo materializa a integração nacional ou internacional. A revolução proporcionada pelo invento de Alberto Santos-Dumont não modificou só a lógica dos meios de transporte: aeronaves são símbolos de urna Era de velocidade e da aproximação dos povos. Proporcionar o controle do tráfego aéreo, das aeronaves, dos aeroportos e das pessoas é urna necessidade do Brasil e de todas as demais nações.

A garantia de um espaço aéreo protegido vem de um controle eficiente e da capacidade de defesa. O olhar que cuida para que cada decolagem e pouso aconteçam na hora certa também deve ser rápido em identificar qualquer ameaça. E elas existem. Terrorismo internacional, pirataria e violações de soberania não podem ser ignorados por um pais responsável por uma dimensão de 22 milhões de km2.

 A eficácia da Diplomacia brasileira tem logrado um momento de paz e de cooperação com todos os demais Estados. Mas isso não exime o país de estar prevenido. Essa prevenção significa proteger. É ter radares que mostrem exatamente o que está acontecendo. É ter a possibilidade de, em minutos, acionar uma aeronave que possa afastar urna ameaça. É ter os meios necessários para salvar vidas. É, em última instância, ter uma Força Aérea moderna e capacitada.

Para isso, três diretrizes estratégicas são desenvolvidas: o repertório de tecnologias e de capacitações quer permitam à Força Aérea operar em rede, inclusive com o Exército e com a Marinha; o avanço nos programas de Aeronaves Remotamente Pilotadas: eu integração das atividades espaciais nas operações da Força Aérea.

 São diretrizes que refletem conceitos de guerra moderna. São, igualmente, desafios que requerem amplos investimentos. Mas Defesa não é um custo: é uma garantia.

A Força Aérea Brasileira ê o braço do Estado brasileiro que controla e defende, portanto, protege nosso espaço aéreo e toda a região sob nossa responsabilidade. É essa imensa dimensão de 22 milhões de km2, do solo ao espaço, onde a FAB tem que estar presente.

Um compromisso do Brasil para fazer valer a invenção de um brasileiro!

FORÇA AÉREA BRASILEIRA