COBERTURA ESPECIAL - America Latina - Geopolítica

16 de Novembro, 2019 - 11:20 ( Brasília )

Peru: Operación "Escudo II"

Operacion Conjunta Escudo II das Forças Armadas do Peru em Locumba



As Forças  Armadas do Peru realizaram uma demonstração das capacidades táticas e operativas durante a  “Maniobra Militar Conjunta Escudo II”, que foi realizada, entre os dias  13 e 14 de novembro, na cidade de Ilo e no campo de exercício Trelles na zona de Locumba, na província de Tacna.

Este exercício foi acompanhado pelo ministro de Defesa, Walter Martos, e também com a participação do chefe Comando Conjunto de las Fuerzas Armadas, General de Ejército César Astudillo Salcedo, os comandantes da Marina de Guerra almirante Fernando Cerdán e do Ejército del Peru,Jorge Célizaltos mandos militares, entre outros.general de exército César Astudillo.

A Operação constou de duas fases: Desembaque Anfibio e Designação de Objetivos.

A primera teve lugar na Praia Boca del Río na cidade de Ilo, onde unidades da Marina de Guerra e da Fuerza Aérea participaram em uma demostração de tomada de “cabeça de praia”. Como parte dessa manobra conjunta, um dia antes, o navio polivalente BAP Pisco chegou a Tacna para desembarcar meios anfíbios, veículos blindados 8 x 8 do tipo LAV, barcos de interdição e uma fragata de mísseis, que participaram do exercício.

(Nota DefesaNet – Observar que a totalidade dos equipamentos do Fuzileiros é de procedência americana contrastando com a do Exército do Peru que é de procedência russa).


Em primeiro plano o LAV II Caiman, ao fundo o  o navio polivalente BAP Pisco.



Para a segunda fase o teatro de operações ocorreu no campo de Trelles, na egião de Locumba, onde diversos agrupamentos do Comando Operacional Sul, Fuerza de Infantería de Marina, assim como pessoal de Forças Espciais e a Força Aérea realizaram uma demostração de combate em um cenário simulado de ataque.

Com este tipo de atividades as Forças Armadas buscam demostrar o alto nível de preparação e ratificar seu compromisso com a defesa da pátria, quando esta for necessária.


A manobra mobilizou mais de 2.000 soldados do Exército, Marinha e Força Aérea. Walter Martos destacou a capacidade de defesa terrestre e aérea.
 
Após o exercício, Martos Ruíz destacou as tarefas desempenhadas pelas instituições armadas não apenas para defender o país contra ameaças externas, mas também para a primeira resposta na gestão de riscos de desastres, em coordenação com as autoridades nacionais, regionais e locais e populações afetadas por desastres.

Manobra e implantação militar

Durante o exercício, foram observadas o desempenho terrestre, as brigadas blindadas, as brigadas de caçadores de tanques, o grupo antiaéreo, o grupo de artilharia de campanha e o batalhão de serviço.

Militares do Exército, Marinha e Força Aérea participaram do exercício, incluindo oficiais, técnicos e oficiais não comissionados, além do pessoal do serviço militar voluntário.
 
Ele também destacou o componente aéreo que realizou diferentes manobras com os helicópteros KT-1P, caça Mirage 2000 e MI-25 da Força Aérea.



 

Nota DefesaNet

Em 1972 o Ejército de Peru recebeu um lote de 250 carros T55, da então União Soviética, que tinha uma grande proximidade com o governo do General Juan Velasco Alvarado, que assumiu o governo do Peru, em Outubro de 1968, através de um golpe.

Com forte tom nacionalista o governo do Peru recebeu grande quantidade de equipamentos militares de procedência da União Soviética.

A tentativa de substituir os T55, pelo sonhado Leopard II A4, já dura duas décadas. Inclusive com uma fracassada tentativa de aquirir um carro chinês da Norinco, e várias tentativas de modernizar o T55 básico.

O Editor





Apoio de fogo do "Batallón de Artillería Capitán de Navío Juan Guillermo More Ruiz” da Força de Infantaría da Marinha, com o canhão 122mm




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