Carro
de combate (MBT) Permanece como a Força
Dominante do Campo de Batalha Moderno e de Mercado
NEWTOWN, Conn. A apesar da natureza transformational de
Forças Armadas modernas, o Carro de Combate permanescerá
como uma parte integral de estruturas modernas das Força
Armadas, duranteo próximo período de 10 anos,
segundo a previsão do Forecast International Weapons
Group Em sua análise anual "The World Market
for Tanks", projeta que o mercado internacional produzirá
quase 7.800 carros de combate, com um valor que pode exceder
U$ 31,6 Bilhões, até 2015.
A
análise apresentada esse ano, identifica o aumento,
embora não totalmente visível o seu impacto,
dos programas de modernização e retrofit .
De acordo com o analista Dean Lockwood, Forecast International
Weapons Systems,"O que é aparente são
os números dos programas de novos carros de combate,
o crescente volume de programas de modernização
e "retrofit" está tornando-se uma significativa
tendência no mercado internacional.
Com o programa de melhoria do Challenger 2 "Lethality
Improvement Program" (CLIP), o Exército Britânico
pretende manter seus tanques Challenger 2, em serviço
nas unidade de primeira linha, até 2035. Em 2004,
o Departemento de Defesa dos Estados Unidos iniciou o programa
RESET (repair of field/battle damage), e "upgrade"
dos carros de combate M1 Abrams do U.S. Army e do U.S. Marine
Corps, no valor equivalente a 32,6 % do valor de produção
de novos carros de combate. Em 2005, o US DoD investiu cerca
de 21% na manuençaõ dos M1 Abrams o equivalente
da produção de carros novos.
O
mercado internacional para os carros de combate principais
continua a mostrar dois níveis de produto. O nível
superior consiste dos projetos "Estado da Arte",
com um preço correspondentemente elevado (mais de
U$ 5 milhões). A despesa associada com a modernização
e "retrofit" destes carros de combate é
proporcional ao custo de um carrode combate novo. Assim,
produçãode novos caros de combate nessa faixa
superior: AMX Leclerc (França), Ariete 2 (Itália),
Challenger 2 (UK), Karan (Índia) , Leopard 2 (Alemanha),
M1A1 Abrams (EUA) e o Merkava Mark 4) continuam a declinar,
contabilizam menos de 13 %, de toda a produção
em unidades e em valores aproximadamente 17 % do mercado,
no período de análise.
|
Modelo
- País
|
Custo
Milhões de Dólares
|
AMX
Leclerc - França
|
U$
8,61 |
Ariete
2 - Itália
|
U$
6,99 |
Karan
- Índia
|
U$
5,56 |
| Leopard
2 - Alemanha |
U$
5,32 |
| Challenger
2E - UK |
U$
5,30 |
| M1A1
Abrams - EUA |
U$
5,27 |
| Merkava
Mark 4 - Israel |
U$
5,07 |
O nível mais baixo, caracteriza-se por unidades mais
baratas, em mais disponibilidade (na maior parte projetos
da antiga União Soviética). Nos grandes números
os carros de combate, Lockwood acredita que o: al-Khalid-Khalid
( Paquistão), o Type 98 ( República Popular
da China) e o T-90 do Federação Russa serão
cerca de 45% de todos os tanques novos, que rolarão
em todo o mundo, e cerca de 40% em valor, até 2015.
No
mercado internacional, os dias de liderança de produção
novos veículos para estar longe para os Estados Unidos
e Europa. Não obstante, o mercado internacional para
os carros de combate permanece um ambiente vibrante e dinâmico.
De acordo com Lockwood, "como cenarios de ameaças
e as estruturas das Forças Armadas continuam a alterar-se,
o carro de combate permanece como um multiplicador de forças
e o símbolo quintessential da guerra móvel
moderna.